28 de novembro de 2009

Marketing pessoal...




O pato é uma ave que sabe andar, voar e nadar, mas não é um modelo em nenhuma das 3 coisas. O andar do pato é desajeitado. O pato nada devagar e voa muito mal. Muitos funcionários sabem que não são patos. E têm a certeza, de que não nasceram para pato. Mas são tratados pelos chefes como se fossem patos: lentos e incompetentes.

Qual é o remédio para escapar da síndrome do pato? É começar entendendo a síndrome do pavão. O pavão anda mais devagar que o pato e quem é que já viu um pavão nadando ou voando? Mas, quando alguém tem uma máquina fotográfica e vê um pato e um pavão, vai sempre fotografar o pavão. Embora seja menos competente, o pavão aparece mais, porque sabe se pavonear, ou seja, o pavão tem o que o pato não tem: marketing pessoal.

É claro que o pavão não tem a mínima idéia do que seja marketing pessoal. O pavão é uma obra da natureza e não de seus próprios talentos. Já o funcionário tem essa opção. Ele precisa aprender a se promover. O termo autopromoção tanto pode significar querer aparecer de graça, às custas dos outros, o que é reprovável, ou divulgar de maneira eficaz o próprio trabalho, o que é recomendável.

O bom marketing, seja ele de um produto ou de um funcionário, está assentado sobre 3 pilares: Primeiro, é preciso que o maior número possível de pessoas saiba o que eu faço. Segundo, é preciso que essas pessoas se convençam dos benefícios daquilo que eu faço. E terceiro, se essas pessoas estiverem convencidas, elas divulgarão o que eu faço de bom.

Todas as grandes marcas que conhecemos fizeram e fazem isso. A síndrome do pato é o trabalho sem imagem. A síndrome do pavão é a imagem sem trabalho. A soma do bom trabalho com a boa imagem é o marketing pessoal.


2 comentários:

  1. Oi Julio estou testando pra vê se aprendi a fazer comentários.O seu blog está muito interessante vc está com idéias fantásticas,talvez no futuro eu precise de algumas idéias suas como um grande empresário.Agora essa criança é muito abençoada!Fique com DEUS!
    Luiza

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